Anaí Licia Couto Psicóloga/Psicanalista
   
 
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher
 

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Agradecimento

Olá meus amigos, eu agradeço as mensagens de estímulo e carinho que tenho recebido! Reitero o desejo sincero por sugestões, críticas, e fiquem a vontade.

Bjos a tds e um ótimo dia!!! 



Escrito por Anaí Licia Couto às 12h47
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"Psicologia / Psicanálise"

Autora: Anaí Licia Couto

Buscar na Web "Anaí Licia Couto"

 12/01/2009

Publicado na Folha de Londrina em: 

07/07/2009
SEXO E COMPORTAMENTO
O que é jogo patológico
 http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--1857-20090707

 

JOGO PATOLÓGICO: Um transtorno psiquiátrico que se desenvolve silenciosamente....

Nos últimos anos, acompanhamos pela mídia uma grande polêmica em nosso país, o fechamento ou a permanência das casas de bingo e a legalização dos jogos de azar. O videopôquer, jóquei club e outras casas de apostas estão espalhados pelas cidades, algumas até clandestinas. Momento oportuno para dar luz a uma realidade pouco conhecida socialmente e que tem sido objeto de estudos para muitos pesquisadores e profissionais da área de Psicologia e Psiquiatria. O Jogo Patológico é um Transtorno Psiquiátrico ao qual se atribuem relevantes traços de personalidade, vinculados a dependências substanciais,principalmente ao álcool e tabaco. Classificado no Código Internacional de Doenças - CID-10 como "Transtornos de Hábitos e Impulsos" . Porém alguns veem o JP como uma dependência comportamental, aproximando-o dos Transtornos de Humor e Ansiosos, foi reconhecido como uma patologia, apenas há alguns anos. No Brasil, o jogo é aceito com naturalidade como diversão e lazer, nos bingos beneficentes, no jóquei club, no jogo do bicho, e também, como um modo de “enriquecer rapidamente” através das loterias. O que não se sabe é que a evolução do jogar não patológico para o jogar patológico ocorre traiçoeira e silenciosamente, porque enquanto o jogo não se torna patológico as perdas são quase impercebíveis e as desvantagens quase que inexistentes, de contra ponto, as vantagens são diversamente associadas ao prazer, laser, aos ganhos, sociabilidade e a fantasia de “enriquecer rapidamente”, efetivando a adicção, o que causa no jogador uma dependência estabelecida pela falta de controle sobre si e sobre as apostas. As apostas, muitas vezes iniciam-se na adolescência, mas pode ocorrer em qualquer idade em função de conflitos familiares, desejos de consumo, rejeições e perdas de emprego, por morte, separação de entes queridos ou depressão, emoções positivas e negativas, influências culturais, entre outros fatores que são altamente relevantes a adicção ao jogo. A partir da instauração do problema com o jogo, inicia-se o contato do indivíduo com as desvantagens, perdas sucessivas, ganhos esporádicos e prejuízos, estabelecendo progressivamente o caos na vida desses sujeitos. O que antes era gratificante, prazeroso, aliviava tensão, dando sensação de poder e de competência, transforma-se num ciclo de atitudes impulsivas e compulsivas. Sentimentos de culpa, angustia, vergonha, arrependimento, euforia, e então o jogador torna a jogar para tentar reparar os danos e prejuízos, e que na maioria das vezes vão se acumulando. As implicações, conseqüências, pessoais, familiares e sociais do jogar patológico são efetivas, causando ao jogador e àqueles com quem convivem, grandes sofrimentos morais, emocionais, físicos [na crise abstêmica, alguns apresentam sintomas semelhantes aos dependentes químicos], perdas materiais e até mesmo problemas com a justiça, marginalização, ou seja, exclusão familiar e social. Vamos lembrar que, o que caracteriza o jogo patológico é a perda de controle, esta varia em freqüência e intensidade, sobre si e sobre as apostas. Os apostadores que já enfrentam conflitos decorrentes do jogo, devem considerá-los como um alerta. Em geral quando o individuo procura ajuda, já se encontra francamente comprometido patologicamente, ou seja “jogador compulsivo”, com perda de controle grave e demais prejuízos. 



Categoria: Citação
Escrito por Anaí Licia Couto às 22h23
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"Psicologia / Psicanálise"

Autor: Anaí Licia Couto

 05/12/2008

Buscar na Web "Anaí Licia"

Publicado na Folha de Londrina 

05/05/2009 - Em SEXO E COMPORTAMENTO - Ciúme patológico
 
 http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id_folha=2-1--954-20090505

 

 

Aos ciumentos de plantão...

Falar de ciúme não é tarefa fácil, pois costuma-se vincular este sentimento ao amor. E o que é amor? Algo que nos torna vulneráveis a dor da perda? Mas, perda está intrinsecamente ligada ao ter, à posse. E o amor... Este é da ordem dos sentimentos, da ordem do ser e existir, não se possui o amor, simplesmente sente-se, vive-se no amor e a suposta perda ou separação daqueles que amamos é intensamente sentida. O ciúme nesse caso, pode ser um tempero, uma via de preservação e alimento da relação, estimulados pela possibilidade da perda os amantes partem para a sedução e uso dos mais variados subterfúgios para preservar as relações. Entretanto, existem muitos sentimentos em que se apóiam o ciúme, dos mais comuns aos mais complexos, e poucas vezes, podem ser observados e apreendidos pelas pessoas. É desse ciúme que vamos nos ocupar. Podemos começar pelo sentimento de posse, em geral não basta viver o afeto por alguém, precisamos possuí-lo, até em seus pensamentos e sonhos, deflagrando fantasias de traição, de ameaças, vindas de todos os “Lados”... É, de todos os lados, isso nos remete ao olhar do ciumento (a), para quem ele (a) olha? Em geral, para o ciumento a ameaça vem sempre dos outros, dizendo confiar na pessoa querida, amada, e o contrário é verdadeiro, existe a insegurança com o amor que recebe do outro, que pode ser pertinente ou não e deve ser devidamente analisado. Entretanto, nem sempre são incitados por dados de realidade. Surgem então, duas questões; Como anda sua auto-estima? Para quem olha o ciumento? Muitas vezes é o ego que está em foco, auto-estima rebaixada, a vaidade ferida e a angustia da traição, o ser trocado por outro alguém. Isso pode doer mais do que a perda em si e raramente é percebido conscientemente. A angústia da perda, da rejeição pode chegar ao limite do suportável, quando não o ultrapassa de fato, causando graves prejuízos na existência das pessoas envolvidas. Surgem restrições na sociabilidade, no campo profissional e familiar, privilegiando o isolamento do casal. Constantes brigas, conflitos e desconfianças, implicam constrangimento aos mesmos e àqueles com quem convivem, comprometendo efetivamente o desenvolvimento das pessoas envolvidas, suas atividades e relações de modo geral. O ciúme tornou-se uma justificativa precária para comportamentos hostis, como maus tratos, violência e até mesmo para o crime. A vida pode se transformar num pesadelo, cujo amor já não está presente de verdade se é que esteve. Todavia, culturalmente falando, o ciúme é intrinsecamente ligado ao amor, apresentando-se invariável e freqüentemente legitimado como álibi à maquiar as diversas faces do narcisismo, e sem que nos surpreenda, entretanto nos lançando à perplexidade, testemunhamos ainda a transformação de vítima em réu. É fundamental lembrar que, o ciúme manifesta-se em intensidade e variações diversas, envolve angustias diferentes, dúvidas, incertezas, inseguranças, que não raro fogem à realidade numa escala do normal ao patológico. As pessoas que sofrem de ciúme, buscam sempre confirmar suas suspeitas, encontrar provas da traição, e nos casos mais exacerbados sente-se perseguidas e ameaçadas. Por decorrência da precipitação em atos, palavras e ofensas, torna-se um padrão de comportamento do ciumento, pedir desculpas ao parceiro e às pessoas que testemunham, seguido de intenso sentimento de culpa até a próxima crise. O que podemos dizer nesses casos, é que a pessoa que sofre de ciúme exacerbado e ou reconhece em si tais oscilações de humores, de comportamentos decorrentes, podem e devem buscar ajuda profissional. O processo psicoterapêutico pode favorecer efetiva e significativamente, o resgate da qualidade e estabilidade nas relações e na vida dessas pessoas. A partir de uma análise mais apurada, sobre questões pessoais, auto-imagem, auto-estima, baixa tolerância à perdas e frustrações, confiabilidade, dificuldade e habilidades do pensamento que promovem tais dissonâncias emocionais e que resultam nessa rede de sentimentos e comportamentos que lhes causam tantos prejuízos. Em suma, as questões do ciúme estão muito mais ligadas à pessoa que o sente do que ao objeto do ciúme.



Categoria: Citação
Escrito por Anaí Licia Couto às 22h57
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"Psicologia / Psicanálise"

Autora: Anaí Licia Couto

 

 

A Importância do Pai na Relação entre Mãe e Bebê.

Nos primeiros meses de vida do bebê, é a mãe quem lhe apresenta um mundo. As primeiras impressões vêm por meio da amamentação, dos cuidados, afeto e proteção. Mas suas necessidades vão muito além do que se supõe, na verdade é fundamental que a mãe esteja inteira, numa condição de sintonia fina, identificada com as necessidades do seu bebê. Não somente as necessidades físicas, mas, afetivas e emocionais, no sentido que para o bebê tudo é desconhecido, e, pode ser assustadora a experiência de como ele é tocado, carregado, alimentado, e olhado. Pois também no rosto da mãe, no seu olhar, estão impressos seus próprios sentimentos, emoções e expectativas, para com seu bebê e com o mundo. Neste lugar é que se impõe efetivamente a importância do pai, nesta relação, oferecendo a essa mãe, liberdade e segurança emocionais, companheirismo e cumplicidade, na grande tarefa de cuidar desse bebê. Isso implica dedicação, generosidade, compreensão e desprendimento, pois nesse momento, existem forças biológicas e psíquicas, impelindo essa mãe na direção do seu bebê, disso depende a sobrevivência e desenvolvimento da criança. Torna-se indispensável que o pai também esteja em sintonia do mesmo objetivo e sentimento, as demandas são muitas e uma situação de tensão explicita ou não, se estabelece no ambiente, caso seus apelos sejam contrários aos da mãe, essa tensão se intensifica como forças opostas às necessárias. Vejamos um exemplo; No caso dos pais estarem juntos, imagine a mãe, seu nível de ansiedade em cuidar bem de seu filho, garantir-lhe afeto, amamentação, higiene, saúde e ambiente adequado. Enquanto o pai reclama-lhe atenções, queixa-se do abandono, de sua aparência e estética, e ou, silenciosamente afasta-se, sob o pretexto de que cuidar do bebê é função da mãe, somam-se a isso suas próprias angustia. Outro fantasma contemporâneo surge contaminando essas relações. O intenso apelo cultural, por um padrão de beleza e estética estereotipadas, intensificando efetivamente esses conflitos. As exigências do momento com seu bebê, atender às expectativas do parceiro, quando o tem, e as suas próprias, pressões estas que podem deflagrar uma grande angustia de perda, de não conseguir se dividir nas atenções, ter seus vínculos afrouxados, e o desejo de se manter desejável ao seu objeto de desejo. Situações que podem e afastam a mulher de sua maternidade plena. Parece-nos cruel colocar as coisas desta forma, mas são muito comuns esses conflitos. Hoje, vemos em alguns contextos familiares, mais participação, fala-se sobre essas mudanças. Entretanto, a realidade nos apresenta muitos outros conflitos e dificuldades, além dos que sempre existiram e que nos distanciam do ideal. Cabe-nos lembrar que na ausência de um pai, a mãe pode alcançar seu bem estar psicológico, por outras vias , ou em outras relações. Como se estabelece dessa maneira, as condições adequadas para a mãe estar sintonizada ao seu bebê? Qual a importância do pai para que se estabeleça essa relação? São angustias que ela não precisa ter. Se, ao contrario de todos os apelos e pressões culturais, o pai estiver voltado aos mesmos ideais, sintonizados no mesmo desejo, que é o filho, e às necessidades reais desse momento, para atendê-lo. Poder contar com a sensibilidade de um companheiro, no momento em que a natureza lhe impõe transformações no corpo, que sua auto-estima pode estar comprometida. Seus hormônios em ebulição para realização plena da maternidade, sua libido sexual enfraquecida, seios fartos e sua energia totalmente voltada à sobrevivência de sua prole. Como reagir a essas questões, implica também a disposição da mãe ao bebê. Ainda que a gravidez não tenha sido planejada, ou mesmo desejada, é fundamental saber-se da responsabilidade mútua na formação e desenvolvimento desse pequeno ser, o amor pelo filho e a consciência de suas necessidades, nesse primeiro tempo de sua existência. Fazer e constituir juntos, pois uma mãe segura que se sinta bem e aceita emocionalmente, estará muito mais apta a sintonizar seu bebê. Portanto, a importância da presença do pai ou seu representante, mediada pela mãe, é ampla e definitiva, tem como função possibilitar a essa mãe um campo seguro, na sustentação emocional e concreta, no qual ela compõe a sua maternidade, amplia suas potencialidades de sintonizar com o bebê e oferecer aquilo que ele precisa de fato: - Experimentar essa relação na medida exata, tanto da presença como da ausência desse pai e dessa mãe, do amor à frustração, tão necessários para seu desenvolvimento pleno e saudável. Físico, intelectual e emocionalmente falando. São em todos esses aspectos, que através da mãe, a representação paterna está impressa, como elementos estruturais dos sentidos e significados que serão inscritos no universo da criança. Através dos quais, ela enxergará a si mesma, o outro e o mundo. E é na maneira como se dá esse processo, que este pequeno ser se constituirá como sujeito e se colocará no mundo.

06/10/2008



Escrito por Anaí Licia Couto às 20h43
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"Psicologia / Psicanálise"

Autora: Anaí Licia Couto

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Publicado na Folha de Londrina em 14/05/2009
SEXO E COMPORTAMENTO - Síndrome do Ninho Vazio

http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--5502-20090514

A Síndrome do Ninho Vazio.

Com a chegada do primeiro filho, planejado ou não, muda-se toda a rotina de uma casa, além de mudarem também, os interesses dos pais. Abandonam-se os passeios a dois, os lugares freqüentados, a disposição da casa, hábitos, horários, produtos de consumo, etc. Habitualmente o que vemos na vida do casal é a priorização do filho, como criá-lo, sua saúde, educação, os cuidados, bem estar, e o futuro dele. Outros filhos podem chegar e o aumento de trabalho e preocupações é inevitável, como dar conta de todas as necessidades que envolvem a família. Os pais tentam se dividir e muitas vezes se distanciam um do outro, a pretexto da falta de tempo, do cansaço, porém, mantêm-se firmes no objetivo de dar uma vida melhor aos filhos. Mas, esses crescem, aos poucos vão tornando-se independentes, na adolescência, já não demandam por alguém que lhes faça o prato, que arrume suas malas, que os levem a escola, ao dentista, que verifique as tarefas de casa, e tantas outras coisas. Entretanto, a casa está sempre cheia, pelos sobrinhos que caem de pára-quedas na vida desses pais, telefone não para de tocar, que maravilha! Uma verdadeira bagunça, muitas vezes adorável e outras... Mais que indesejável! Eles descobrem as baladas, aí começa o terror, os pais cochilam na poltrona, se dormem, levantam no meio ou final da madrugada para buscá-los, começam viajar com amigos e as mães, andam de um lado para outro, e rezam muito, para que seus rebentos voltem seguros para casa, sentindo-se aliviada apenas ao escutar o barulho da fechadura, é quase um orgasmo! E assim progressivamente vão se despedindo, os filhos criam suas próprias asas, partem para construção de suas vidas. Estudar fora, fazer sua própria família, não raro, nesse período, os pais já dão os primeiros sinais de tristeza, sentimentos de solidão, abandono e rejeição, casa vazia, sentem-se como num naufrágio, o que fazer agora? Esses sintomas caracterizam a Síndrome do Ninho Vazio. Muitas vezes o casal já nem se conhece mais, distanciaram-se um do outro, ao ponto de serem quase dois estranhos vivendo sob o mesmo teto, e se, esse momento coincidir com a aposentadoria de um dos membros, ou com o climatério da mãe, cujos sentimentos ficam mais aflorados, com a sensação de inutilidade, falta de objetivos e planejamento para a vida futura, com certeza a situação será mais dolorosa e o caminho para a superação mais difícil, pode até mesmo deflagrar um quadro depressivo e separação do casal. Vamos lembrar as mães que exercem o duplo papel, de pai e mãe, que abandonaram seus sonhos de mulher, sua feminilidade suas expectativas para dedicarem-se exclusivamente à vida de seus filhos. A mãe solitária, pode entrar num processo depressivo mais acentuado se não reinvestir em si mesma, buscar amigos, atividades e lazer que possibilite seu equilíbrio e bem estar físico, psicológico, até mesmo uma nova relação afetiva, porque não? Em todos os casos, buscar por atendimento psicológico pode contribuir efetivamente para minimizar a dor e favorecer o enfrentamento da crise. O casal pode investir numa reaproximação, no restabelecimento de uma vida afetiva e prazerosa, numa reintegração social, viagens e passeios. Observa-se que há casais que preservam suas atividades e outros interesses, primam por uma educação que valorizam a independência, tanto dos filhos como de si próprios. Conservam uma relação de afinidade, companheirismo, cumplicidade, trocas afetivas e cuidados mútuos, com certeza esses casais vão sentir a ausência constante dos filhos, entretanto, detêm mais recursos para a superação dessa mudança. Cabe-nos destacar, que nas diferentes condições, essa crise terá um fim, pode ser entendida como uma oportunidade de reflexão, reajustes, reconstrução e reformas, dando luz às conquistas, às superações e abrir caminho para o resgate e enriquecimento da relação conjugal, muitos casais partem para uma segunda lua de mel, as mulheres que estavam só refazem suas vidas de várias maneiras, e superam a crise remanejando um novo esquema familiar, alicerçados no afeto genuíno entre pais, filhos e muitas vezes com a família que estes filhos construíram. De qualquer modo a Síndrome do ninho vazio é marcada por um momento de grande mudança na vida e relação familiar e pessoal. Que pode ser vivida e enfrentada de muitas maneiras,e com certeza, como tantas outras fases superada significativamente.

23/10/2008



Escrito por Anaí Licia Couto às 20h41
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